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ENTREVISTA - 15/07/2012 09h00

Dambisa Moyo: "A voracidade da China é o melhor para a África"

A economista zambiana ficou famosa ao criticar a ajuda externa à África. Agora, diz que a expansão chinesa é o melhor remédio contra a miséria no continente

NATHALIA PRATES


Dambisa Moyo, economista zambiana que lançou em junho seu novo livro. Ela prevê guerras por recursos naturais (Foto: David Levene/The Guardian)

O mundo passa por duas mudanças profundas e subestimadas, na opinião da renomada economista Dambisa Moyo. Uma é a movimentação da China para garantir seu desenvolvimento futuro – pelos cálculos de Dambisa, os chineses investem em outros países, na média, US$ 1 bilhão por semana a fim de conquistar acesso a recursos naturais. A outra mudança é o impacto dessa estratégia chinesa. Para Dambisa, ela representa a maior força para o desenvolvimento da África já vista. “Estimula o comércio, o empreendedorismo, cria empregos”, diz a economista nascida na Zâmbia, doutorada pela Universidade de Oxford, ex-funcionária do Banco Mundial e do banco americano Goldman Sachs. A tese é detalhada por ela em seu terceiro livro, Winner take all (O vencedor leva tudo), cujos direitos de lançamento no Brasil foram adquiridos pela Editora Objetiva. Com investimento agressivo na África, superior a US$ 50 bilhões por ano, e sob suspeita de atitudes colonialistas, os chineses fazem mais pelos africanos que todos os programas assistencialistas, diz Dambisa. Ela evita confrontar os números bem documentados de milhões de vidas salvas na África por programas humanitários diante de situações extremas de guerra, fome e doenças. Mas insiste que nunca nenhum país se desenvolveu apoiado em assistência internacional.

ÉPOCA – Por que a senhora diz que a China é melhor para a África que os países ricos?
Dambisa Moyo –
A China oferece à África uma alternativa ao assistencialismo. Ela quer preferência no acesso aos recursos minerais e energéticos nos países em que eles são abundantes, como os africanos. Por isso, promove a entrada de capital no continente – empréstimos e investimentos em infraestrutura. Assim, estimula o comércio, o empreendedorismo, cria empregos nas regiões em que está presente. Funciona como uma troca ou simbiose. Nesse aspecto, a China é muito melhor para a África do que os Estados Unidos ou a Europa. Apesar de bem-intencionados, os programas tradicionais de ajuda de países ricos promovem a dependência em relação às doa­ções. Em toda a história, nenhum país conseguiu alcançar a sustentabilidade econômica e a redução da pobreza por meio do assistencialismo internacional. Investimentos e estímulos ao comércio é que geram prosperidade econômica. Estudos mostram que os africanos tendem a ter uma impressão melhor dos chineses que dos americanos e que enxergam a prosperidade da China como algo positivo para seus países. O modelo chinês oferece às economias africanas oportunidades reais de crescimento e de fazer parte da economia global. O americano não. É simples assim.

ÉPOCA – A busca por recursos cresce com a classe média global. Que consequências a senhora espera desse fenômeno?
Dambisa –
A distribuição da riqueza e do poder de consumo impulsionará a procura por produtos e serviços mais elaborados. Mas a demanda global não será seguida pela oferta de recursos naturais, como terras agricultáveis, água potável, energia e minérios. O desequilíbrio crescente entre oferta e demanda terá efeitos muito além dos problemas ambientais. Vivemos hoje de descobertas de petróleo feitas nos anos 1950 – e as alterações climáticas sugerem uma restrição significativa para o futuro uso dos combustíveis fósseis. Se nada for feito, podemos esperar mais aumentos de preços, declínio do padrão de vida e falta de bens de subsistência. A China parece ser o único país que percebeu a gravidade da situação mundial. De 2005 a 2011, os chineses destinaram mais de US$ 400 bilhões a cerca de 350 investimentos em outros países. Para a produção e extração de recursos naturais, o investimento seguiu uma média de US$ 1 bilhão por semana. Os Estados Unidos têm preferido incursões de caráter militar nos países ricos em recursos naturais, como Afeganistão e Iraque. Há hoje 24 guerras e conflitos originados pela disputa por matérias-primas. Inevitavelmente, esse número aumentará.

Parece que só a China percebeu a gravidade da situação mundial. Eles investem US$ 1 bilhão por semana em outros países para produzir e extrair recursos naturais"

Dambisa Moyo

ÉPOCA – O Ocidente e o Oriente têm mesmo jeitos diferentes de fazer negócio?
Dambisa –
Existe um senso comum de que os preços pagos pela China são injustos e distorcem o mercado. A realidade é que o governo chinês tem um objetivo muito claro: reduzir a pobreza, aumentar a qualidade de vida e o poder de compra da população chinesa. Se não o fizer, seus representantes políticos perderão força e legitimidade. Sob esse ponto de vista, faz sentido que a China esteja disposta a conseguir recursos naturais a qualquer custo. Vale comentar que os países emergentes são frequentemente criticados por praticar um “capitalismo de Estado”. Só que os críticos esquecem que os governos das nações ricas também já desempenharam um papel central no desenvolvimento de suas economias. Os Estados Unidos são um bom exemplo. Além de o governo se envolver intensamente na crise financeira de 2008, também participou diretamente da criação do Vale do Silício.

ÉPOCA – Qual a posição da África nesse embate?
Dambisa –
A imagem da África para o resto do mundo é de um continente frágil, repleto de miséria, fome, analfabetismo e doenças, um lugar desestimulante para qualquer investidor. A África só movimenta 2% do comércio mundial e recebe apenas 2% do investimento estrangeiro direto. Todos conhecem a existência desses problemas, que são graves e nos preocupam muito. Mas poucos sabem que há mais o que dizer sobre a África. Acho importante mencionar algumas conquistas recentes. O Fundo Monetário Internacional prevê que o PIB da África subsaariana crescerá 5,4% em 2012 (o crescimento global está estimado em 3,5%). O Banco Mundial concluiu que o ambiente de negócios melhorou em 36 dos 46 países subsaarianos, entre 2010 e 2011. É a maior melhora para a região desde 2005. Três em cada quatro dirigentes de empresas multinacionais acreditam que, até 2015, a África será um destino de investimento mais atraente. Há 14 países africanos cujo nível de risco como destino de empréstimos já é regularmente avaliado por agências internacionais. Empresas africanas estão presentes em 19 Bolsas de Valores, com valor de mercado de mais de US$ 1 trilhão. Esses avanços são pouco noticiados. A forma de enxergar o assistencialismo também mudou. A crise financeira de 2008 e a crise europeia em curso ajudaram a reduzir o volume de doações internacionais para a África. E esse é um dos grandes perigos que correm as nações dependentes da ajuda externa: as cartas do jogo podem virar
a qualquer momento.

ÉPOCA – Há comparações úteis a fazer entre países africanos e países latino-americanos, como o Brasil?
Dambisa –
As nações (dos dois continentes) têm trajetórias históricas, econômicas, políticas e culturais diferentes, mas, em certos aspectos, há semelhanças interessantes. Muitos países da África e da América Latina fazem parte do que chamo de eixo dos não amados, formado por nações historicamente desprovidas de investimento por parte dos países ocidentais mais desenvolvidos. O PIB per capita médio na América Latina e no Caribe é de US$ 8.700, muito mais alto que a média da África subsaariana, de US$ 1.300. Mas o PIB per capita da Bolívia, de US$ 2 mil (o mais baixo da América Latina), é menor que de 11 países subsaarianos. Isso mostra que há muita desigualdade dentro de cada continente. E há os avanços obtidos pelo Brasil nas duas últimas décadas. O Brasil apostou em programas governamentais com visão de futuro, que reduziram a pobreza e a desigualdade e estimularam o crescimento. Isso inspira a África e países em
desenvolvimento do mundo inteiro.

Dambisa Moyo 

autor de Ajuda Morta: Por que Ajuda não Está trabalhando e Como há um Modo Melhor para a África 

Ajude Ironias: Uma Resposta para Jeffrey Sachs 

More:Africa erudito, Ajude Ironias: uma Resposta Para Jeffrey Sachs, Ajude Para África, Dambisa Moyo, Dambisa Moyo E Huffington Post, Ajuda Morta, Jeffrey Sachs, Moyo, Paul Kagame, Notícias Mundiais, 

 

À frente da publicação de meu livro Ajuda Morta, um amigo de autor meu me acautelou sobre responder a oponentes que acharam isto necessário colorir a crítica deles/delas com ataques pessoais. Isto, ele discutiu, é um experimentado e testou modo de lado-pisar os assuntos e prover uma tela de fumaça quando enfrentou com um argumento válido.  

Jeffrey Sachs está postando tarde é há pouco o mais recente exemplo de usar esta tática a obfuscate os fatos e evita focalizar os assuntos fundamentais relativo ao fracasso de manifesto de ajuda para entregar em sua promessa de crescimento gerador e pobreza aliviando na África.  

E entretanto eu estou respondendo aqui em ordem refutar os argumentos dele, como um economista da mesma categoria, eu pretendo confiar em lógica e comprovar para fazer para meu argumento e para espetáculo Sr. Sachs a cortesia profissional que ele não tem mostrado a mim.  

Desenvolvimento não é aquele duro. Nós temos mais de 300 anos de evidência do que trabalha agora (e o que não faz) em crescimento crescente, aliviando pobreza e sofrendo. Por exemplo, nós sabemos que países que financiam desenvolvimento e criam trabalhos por comércio e encorajando estrangeiro (e doméstico) investimento prospera.  

Nós também sabemos que há nenhum rural--em qualquer lugar no mundo--isso tem meaningfully reduzido pobreza e esporeou níveis significantes e sustentáveis de crescimento econômico confiando em ajuda. Se qualquer coisa, história mostrou para nós que encorajando corrupção, criando dependência, abastecendo inflação, criando dívida carrega e africanos de disenfranchising (nomear alguns), uma estratégia ajudar-baseada fere mais que ajuda.  

É verdade que intervenções como o Marshall planejam na Europa e a Revolução Verde na Índia fez papéis vitais dentro econômico (re)construction. Porém, a chave e (freqüentemente ignorou) diferença entre tais intervenções de ajuda e esses infestando a África hoje é que o anterior era curto, afiado e finito, considerando que o posterior é compromissos em aberto sem fim em visão. O problema com um sistema em aberto é, claro que, aqueles governos de africano têm nenhum incentivo para procurar outro, melhor, modos de financiar o desenvolvimento deles/delas.  

Mr Sachs sabe isto; como eu sei? Ele me ensinou enquanto eu estava estudando em Harvard durante a qual ele propôs a visão que o caminho para desenvolvimento a longo prazo só seria alcançado por envolvimento de setor privado e soluções de mercado livre.  

Talvez o que eu não tinha respigado naquele momento era que a aproximação de desenvolvimento de Sr. Sachs foi feita para países como a Rússia, Polônia e Bolívia, considerando que a ajuda - aproximação de dependência, sem criação de trabalho acompanhante, estava reservada para a África.  

Sr. Sachs escolhe ignorar que confiando em ajuda de cada vez quando os Estados Unidos estiverem estando em frente de 10 taxa de desemprego de por cento e Alemanha (outro doador principal) poderia contrair por até 6 por cento, é uma estratégia forte tola. As intervenções de ajuda que Sr. Sachs louva como evidência de sucesso somente são soluções de ajuda de faixa que não fazem nada que erguer a África fora do lodo--deixando o continente vivo mas meio afogamento, ainda incapaz escalar fora em seu próprio.  

Sim uma bolsa de estudos ajudar-fundada enviará uma menina a escola, mas nós devemos não nos iludir que tal presente fará o país dela cresça às taxas de crescimento requeridas a meaningfully ponha um entalhe em pobreza. Nenhuma surpresa, então, aquela África é em geral pior fora hoje que era 40 anos atrás. Por exemplo no 1970 menos que 10 por cento da população de África viveram em pobreza medonha--hoje em cima de 70 por cento de África substituto-saariana se mantém em menos que US$2 um dia.  

Há um ponto mais fundamental--que tipo de sociedade africana estamos construindo nós quando virtualmente todos bens públicos--educação, cuidado médico, infra-estrutura e segurança plana--é liquidado para por contribuintes Ocidentais? Debaixo do tudo cercando sistema de ajuda muitos lugares na África continuam tropeçando debaixo de regimes ineptos, corruptos e despóticos que gastam o cortejo de tempo deles/delas e suprindo às demandas do exército de organizações de ajuda.  

Como em todos lugares outro, os africanos têm a liderança política pela que nós pagamos. Graças a ajuda, um número infeliz de líderes africanos se preocupa pouco com o que os cidadãos deles/delas querem ou precisam--afinal de contas é o contrário do chá-festa de Boston--nenhuma representação sem tributação. 

Em conclusão me deixe responder a quatro dos pontos específicos de Sr. Sachs:  

1) relativo a Ruanda: É absolutamente verdade que Ruanda depende de quantias significativas de assistência estrangeira. O ponto é aquele Presidente Paul Kagame está trabalhando para desmamar o município dele fora de dependência de ajuda incansavelmente (que é precisamente a aproximação a encerrar ajuda para a que eu tenho discutido). focalizar no ponto que Ruanda confia em ajuda é não entender o essencial mais interessante: Aqui em um país onde em cima de 70 por cento do orçamento de governo é ajuda apoiado, a liderança está empurrando para menos, não mais ajuda--o que é Sr. Sachs que Presidente Kagame vê que você não vê? Enfrentemos, a liderança poderia nos culpa-tropeçar tudo em dar isto até mesmo mais ajuda depois que a comunidade internacional virasse sua parte de trás no país em seu momento de necessidade durante o 1994 genocídio, contudo não faz. 

2) Sr. Sachs reivindicações das que eu, ao lado do Bill Easterly compassivo, amontôo todos os tipos [ajude] programas em uma massa de undifferentiated. Eu apontaria Sr. Sachs a página 7 de meu livro que explicitamente faz uma delineação entre tipos diferentes de ajuda. 

3) relativo aos exemplos "incontáveis" nos quais países beneficiaram então de ajuda se formados: Aqui eu apontaria Sr. Sachs a página 37 de meu livro para uma discussão destes países; A diferença novamente com estes histórias de sucesso são que eles não confiaram em ajuda ao grau e comprimento que países africanos fazem hoje. Além disso, eles adotaram muito depressa o mercado-baseado, trabalho-criando estratégias esboçadas em meu livro para o qual Sr. Sachs parece ter uma aversão aparente, em favour do status quo.  

4) finalmente, com respeito à observação de Sr. Sachs que eu não veria nada errado com negar US$10 em ajuda para uma criança africana para uma rede de cama de anti-malarial--me etiquetando até mesmo como cruel; Eu digo, se trabalhando para uma solução sustentável onde os africanos podem fazer para os próprios cama-rede de anti-malária deles/delas (criando trabalhos assim para os africanos e uma real chance por continentes prospectos econômicos) em lugar de encorajar tudo e vário esvaziar redes de malária pelo continente (o qual incidentemente, tire os africanos de negócio), então eu sou culpado como carregado. Não esqueça que o em cima de 60 por cento de africanos que não estão debaixo da idade de 24 trabalhos de necessidade condolência. 

Eu urjo para Sr. Sachs que atenda a as palavras do chefe anterior dele como um argumento final, Sr. Kofi Annan quando ele diz "A determinação de africanos, e sociedade genuína entre a África e o resto do mundo, é a base para crescimento e desenvolvimento." 

 

Dambisa Moyo é o autor de Ajuda Morta: Por que Ajuda não Está trabalhando e Como há um Modo Melhor para a África (Farrar Straus & Giroux); www.dambisamoyo.com 

OP-ED CONTRIBUTOR 

Beijing, um Benefício para a África, 

Por DAMBISA MOYO 

Publicado: 27 de junho de 2012  

EM 2011 de junho, Secretário de Estado Hillary Rodham Clinton fez um discurso em Zâmbia que adverte de um "colonialismo novo" que ameaça o continente africano. "Nós vimos isso durante tempos coloniais, é fácil entrar, tire recursos naturais, pague integralmente líderes e parta", ela disse, em um soco finamente ocultado na China.  

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José Spix 

Em 2009, China se tornou a única sócia de comércio maior de África, enquanto ultrapassando os Estados Unidos. E o investimento direto estrangeiro de China na África subiu rapidamente de debaixo de $100 milhões entre 2003 para mais que $12 bilhões entre 2011.  

Considerando que a China começou a investir seriamente na África em 2005, foi lançado habitualmente como um imperialista furtivo com um apetite voraz para artigos e nenhum qualms sobre explorar os africanos para os adquirir. É nenhuma maravilha que o governo americano está chicoteando fora a seu competidor novo - enquanto a China fez investimentos enormes na África, os Estados Unidos estavam nas linhas secundárias e assistiram sua influência no continente enfraqueça.  

Apesar de todo o alarmismo, os motivos de China por investir na África são realmente bastante puros. Para satisfazer a população de China e prevenir uma crise de legitimidade para a regra deles/delas, líderes em Beijing precisam manter crescimento econômico taxa alto e continua tirando centenas de milhões das pessoas de pobreza. E fazer assim, a China precisa de terra cultivável, óleo e minerais. Ambições imperiais ou coloniais procurando com massas de pessoas empobrecidas em casa seriam completamente irracionais e fora de sync com o pensamento estratégico atual de China.  

Além disso, a evidência não apóia uma reivindicação que os africanos eles que tato explorou. Para o contrário, o papel de China é dado boas-vindas amplamente pelo continente. Uma 2007 Pew Pesquisa Centro pesquisa de 10 países africanos substituto-saarianos achou que overwhelmingly de africanos viram crescimento econômico chinês como benéfico. Em virtualmente todos países inspecionados, o envolvimento de China foi visto em uma luz muito mais positiva que América; no Senegal, 86 por cento ditos o papel de China no país deles/delas ajudado fazem para coisas melhora, comparou com 56 por cento que feltro que modo sobre o papel de América. No Quênia, disseram 91 por cento de respondentes que eles acreditaram que a influência de China era positiva, contra só 74 por cento para os Estados Unidos.  

E o custo que companhias chinesas preferem transportar os empregados chineses (e até mesmo os prisioneiros) trabalhar na África em lugar de contratar moscas de trabalhadores africanas locais em face a dados de emprego. Em países goste meu próprio, Zâmbia, a relação de africano para trabalhadores chineses excedeu 13:1 recentemente, e há nenhuma evidência de prisioneiros chineses que trabalham lá.  

Claro que, China não deveria ter um ingresso gratuito para correr roughshod em cima dos direitos de trabalhadores ou o ambiente. Violações de direitos humanos, abusos ambientais e corrupção merecem investigação séria e objetiva. Mas dedo-apontar e pintura a aproximação de China na África como uniformemente hostil a trabalhadores é largamente insubstanciado.  

Se qualquer coisa, o tamanho de responsabilidade para mentiras de abusos com líderes africanos eles. O 2011 Relatório de Relógio de Direitos humanos que "Você será Incendiado Se Você Recusa" que descreveu umas séries de trabalho alegado e abusos de direitos humanos em cobre de zambiano Chinês-possuído mina, não entendeu um essencial fundamental: a responsabilidade de policiar política social e proteger o ambiente está em governos locais, e é políticos locais que deveriam ser segurados responsável e responsável no final das contas se e quando fracassos notórios acontecem.  

Os críticos de China ignoram a causa de raiz de por que muitos líderes africanos são corruptos e irresponsáveis às populações deles/delas. Durante décadas, muitos governos africanos abdicaram as responsabilidades deles/delas em casa em troca das somas vastas de dinheiro que eles recebem de cortejar os doadores internacionais e suprir a eles. Até mesmo ajuda bem-intencionada arruina responsabilidade. Ajuda corta a ligação entre os africanos e os governos deles/delas, porque os cidadãos geralmente têm nenhum diga dentro como os dólares de ajuda estão gastos e os governos respondem muito freqüentemente às necessidades de doadores, em lugar de esses dos cidadãos deles/delas.  

Em uma democracia funcionando, um governo recebe rendas (em grande parte na forma de impostos) de seus cidadãos, e em retorno promete prover bens públicos e serviços, como educação, segurança nacional e infra-estrutura. Se o governo não entrega em suas promessas, corre o risco de ser votado fora.  

O fato que tantos governos africanos podem ficar em poder confiando em assistência estrangeira que tem poucos amarra preso, em vez de rendas das próprias populações deles/delas, permite os políticos corruptos para permanecer em custo. Gratamente, a diminuição no fluxo de ajuda Ocidental desde que a 2008 crise financeira oferece uma chance para curar este fracasso estrutural de forma que, como outros no mundo, que os africanos podem segurar os governos deles/delas finalmente responsável.  

Com aproximadamente 60 por cento da população de África debaixo de idade 24, investimento estrangeiro e criação de trabalho são as únicas forças que podem reduzir pobreza e aduela fora o tipo de motim político que varreu o mundo árabe. E a pressa de China para recursos gerou comércio muito-precisado e investimento e criou um mercado grande para exportações africanas - um benefício enorme para um crescimento econômico rápido buscando continente.  

Dambisa Moyo, um economista, é o autor de Objeto pegado de Vencedor" Tudo: A Raça de China para Recursos e o que Significa para o Mundo." 

 

 

" NOTÍCIAS DE ÁFRICA 

" 21 de março de 2009 

Por que Assistência estrangeira está Ferindo a África 

Dinheiro de países ricos apanhou muitas nações africanas por um ciclo de corrupção, crescimento econômico mais lento e pobreza. Cortando o fluxo seriam mais benéficos, diz Dambisa Moyo. 

Por DAMBISA MOYO 

(Veja Corrections & Amplification abaixo.) 

Um mês atrás eu visitei Kibera, a favela maior na África. Este subúrbio de Nairobi, o capital de Quênia, alberga mais de um milhão de pessoas que supre um vivendo em uma área de cerca de uma milha quadrada--asperamente 75% o tamanho do Parque Central de Nova Iorque. É um mar de alumínio e cabanas de papelão que esquecidos de famílias chame casa. A idéia de uma favela suplica para cima uma imagem de crianças que jogam entre pilhas de lixo, sem água corrente e o grau, fedor predominante de esgoto. Kibera não desaponta. 

O que está desapontando inacreditavelmente é o fato que há pouco alguns jardas de postos de Kibera a sede da agência dos Nações Unidas para determinações humanas que, com um orçamento anual de milhões de dólares, é designado para "promover socialmente e environmentally cidades sustentáveis e cidades com a meta de prover abrigo adequado para tudo." Kibera se inflama em Quênia, um país que tem um das relações mais altas de trabalhadores de desenvolvimento per capita. Este também é o país onde em 2004, enviado britânico que Senhor Edward Clay se desculpou por subestimando a balança de corrupção de governo e não falando mais cedo. 

Esmolas dando para a África permanecem um das idéias maiores de nosso tempo--milhões marcham para isto, os governos são julgados por isto, as celebridades convertem a necessidade por isto. Chamadas para mais ajuda para a África estão crescendo mais altas, com defensores que empurram por dobrar o asperamente $50 bilhões de ajuda internacional que já vai para a África cada ano. 

Ainda overwhelmingly de evidência demonstra aquela ajuda para a África fez o pobre mais pobre, e o crescimento mais lento. A cultura de ajuda insidiosa deixou países africanos mais dívida-carregado, mais inflação-propenso, mais vulnerável para o vagaries dos mercados de moeda corrente e mais sem atrativo a investimento de alto-qualidade. É aumentado o risco de conflito civil e desassossego (o fato que em cima de 60% da população de África substituto-saariana está debaixo da idade de 24 com poucos prospectos econômicos é uma causa para preocupação). Ajuda é um desastre político, econômico e humanitário não mitigado. 

Poucos negará que haja um imperativo moral claro para humanitário e caridade-baseado ajude para pisar dentro quando necessário, como durante o 2004 tsunami na Ásia. Não obstante, vale que lembra que emergência para nós mesmos e caridade-baseado ajude possa e não pode fazer. Bolsas de estudos ajudar-apoiadas ajudaram certamente envie as meninas africanas a escola (não importa que eles não poderão achar um trabalho uma vez nos próprios países deles/delas que eles se formaram). Este tipo de ajuda pode prover soluções de band-aid para aliviar sofrimento imediato, mas por sua mesma natureza a plataforma não pode ser para crescimento sustentável a longo prazo. 

Qualquer suas forças e fraquezas, tal ajuda caridade-baseada é cerveja relativamente pequena quando comparou para o mar de dinheiro que inunda a África cada ano em ajuda de governo-para-governo ou ajuda de instituições de desenvolvimento grandes como o Banco Mundial. 

Pelo menos durante os últimos 60 anos foram transferidos $1 trilhões de ajuda desenvolvimento-relacionada de países ricos para a África. Ainda real renda de por-capita hoje é mais baixo que estava nos anos setenta, e mais que 50% da população--mais de 350 milhões de pessoas--ao vivo em menos que um dólar por dia, uma figura que quase dobrou em duas décadas. 

Até mesmo depois que o dívida-alívio muito agressivo fizer campanha nos anos noventa, países africanos ainda pagam por ano perto de $20 bilhões em reembolsos de dívida, uma lembrança totalmente que ajuda não é grátis. Para manter o andamento de sistema, dívida é reembolsada às custas de educação africana e cuidado médico. Chamadas bem-intencionadas para cancelar dívida significam pequeno quando o cancelamento é conhecido com a infusão fresca de ajuda, e o ciclo vicioso começa uma vez mais. 

Em 2005, só semanas à frente de uma conferência de G8 que teve a África ao topo de sua ordem do dia, publicou o Fundo Monetário Internacional um relatório intitulou "Ajuda o Will Lift Crescimento na África." O relatório acautelou que os governos, doadores e defensores deveriam ser mais modestos nas reivindicações deles/delas que aumentaram ajuda resolverá os problemas de África. Apesar de tal comenta, nenhum esforço sério foi feito desmamar a África fora esta droga debilitando. 

A crítica mais óbvia de ajuda é suas ligações a corrupção excessiva. Fluxos de ajuda destinaram para ajudar o fim africano comum para cima apoiar burocracias inchadas na forma dos governos de pobre-país e organizações non-governamentais doador-fundadas. Em uma audição antes do Comitê de Senado norte-americano em Relações Estrangeiras em 2004 de maio, discutiu Jeffrey Winters, professor em Universidade Noroeste, que o Banco Mundial tinha participado na corrupção de asperamente $100 bilhões de seu empréstimo funda pretendido para desenvolvimento. 

Tão recentemente quanto 2002, a União africana, uma organização de nações africanas, calculou aquela corrupção estava valendo o continente $150 bilhões por ano, como os doadores internacionais estavam virando um olho cego aparentemente ao fato simples que ajuda dinheiro estava abastecendo enxerto inadvertidamente. Com poucos ou nenhuma cordas prendeu, foi tudo muito fácil para os fundos a ser usados para qualquer coisa, economize o propósito desenvolvente para o qual eles eram planejados. 

No Zaire--conhecido hoje como a República Democrática de Congo--Irwin Blumenthal (quem os FMIS tinham designado a um poste no banco central do país) advertiu em 1978 que o sistema era tão corrupto que havia "nenhum (repetição, nenhum) prospecto para os credores de Zaire para voltar o dinheiro deles/delas. Ainda, os FMIS deram logo para o país o empréstimo maior que alguma vez tinha dado para uma nação africana. De acordo com corrupção cão de guarda agência Transparência Internacional, Mobutu Sese Seko, o presidente de Zaire de 1965 a 1997, é reputado para ter roubado $5 bilhões pelo menos do país. 

É raramente melhor hoje. Um mês atrás, o Presidente Bakili Muluzi anterior de Malauí foi carregado com desviar dinheiro de ajuda valor $12 milhão. O Presidente Frederick Chiluba anterior de Zâmbia (um bem de desenvolvimento durante a 1991 a 2001 posse dele) restos enredaram em um caso de tribunal que revelou milhões de dólares picado longe de saúde, educação e infra-estrutura para o dispensador de dinheiro pessoal dele. Ainda a ajuda continua vindo. 

Umas necessidades econômicas nascentes um governo transparente e responsável e uma administração civil eficiente para ajudar satisfazem necessidades sociais. Suas pessoas precisam de trabalhos e uma convicção no futuro do país deles/delas. Um se encha de ajuda foi mostrado para não poder ajudar alcance estas metas. 

Um fluxo constante de dinheiro "livre" é um modo perfeito para manter um governo ineficiente ou simplesmente ruim em poder. Como fluxos de ajuda em, não há nada mais para o governo fazer--não precisa elevar impostos, e contanto que pague o exército, não tem que levar conta de seus cidadãos enfadados. Não importa que seus cidadãos são disenfranchised (como sem tributação não pode haver nenhuma representação). Todo o governo realmente precisa fazer é cortejar e suprir a seus doadores estrangeiros ficar em poder. 

Aderido em um mundo de ajuda de nenhum incentivo, não há nenhuma razão para governos buscarem outro, melhor, modos mais transparentes de elevar finanças de desenvolvimento (como acessar o mercado de laço, apesar de como duro isso poderia ser). O sistema de ajuda encoraja os governos de pobre-país para apanhar o telefone e pedir as agências de doador próxima infusão importante. Não é nenhuma maravilha que pela África, em cima de 70% da bolsa pública vem de assistência estrangeira. 

Em Etiópia onde ajuda constitui mais que 90% do orçamento de governo, um mero 2% da população do país têm acesso a telefones móveis. (A média rural africana é ao redor 30%.) poderia não ser preferível para o governo ganhar dinheiro vendendo sua telefônica licença móvel, enquanto gerando renda de desenvolvimento muito-precisada assim e também proporcionando para seus cidadãos serviço de telefone que pôde, em troca, espora atividade econômica? 

Olhar o que aconteceu em Gana, um país onde depois que décadas de regra militar provocada por um golpe súbito, um governo da favor de-mercado rendesse desenvolvimentos encorajadores. Os fazendeiros e pescadores usam telefones móveis agora para comunicar com os agentes deles/delas e clientes pelo país descobrir onde preços são muito competitivos. Isto traduz em numerosas oportunidades para ego-sustentabilidade e geração de renda--o qual, com encorajamento, poderia ser reproduzido facilmente pelo continente. 

Para avançar os prospectos econômicos de um país, governos precisam de administração civil eficiente. Mas administração civil é naturalmente propensa a burocracia, e sempre há o perigo incipiente de ego-servir cronyism e o desejo para ligar os cidadãos em formalidade burocrática infinita, demorada. Que ajuda faz é fazer para aquele perigo uma realidade severa. Isto ajuda explicar por que negociando por muito de África é um pesadelo. Em Camarões, leva um investidor potencial ao redor 426 dias executar 15 procedimentos para ganhar uma licença empresarial. Que empresário quer passar 119 dias que preenchem formulários para começar um negócio em Angola? Ele é mais provável muito para considerar o EUA (40 dias e 19 procedimentos) ou Sul Coréia (17 dias e 10 procedimentos). 

Até mesmo o que pode se aparecer como uma intervenção benigna na superfície pode ter condenando conseqüências. Diga há um fabricante de mosquito-rede em pequeno-cidade a África. Diga ele emprega 10 pessoas que junto fabricam 500 redes uma semana. Tipicamente, estes 10 empregados apóiam para cima de 15 parentes cada. Um programa governo-inspirado Ocidental generosamente materiais a região afetada com 100,000 mosquiteiros grátis. Isto tira o fabricante de mosquiteiro prontamente de negócio, e agora os 10 empregados dele já não podem apoiar os 150 dependentes deles/delas. Em um par de anos, será rasgado a maioria das redes doadas e inútil, mas agora não há nenhum fabricante de mosquiteiro para ir. Eles terão que adquirir mais ajuda. E os governos africanos conseguem abdicar as responsabilidades deles/delas uma vez mais. 

Em uma veia semelhante a aproximação foi a ajuda de comida que historicamente fez pouco para apoiar os fazendeiros africanos. Debaixo dos patrocínios da Comida norte-americana para programa de Paz, são usados cada milhões de ano de dólares para comprar comida Americano-crescida que tem que ser transportado então por oceanos. A pessoa deseja saber como um sistema de inundar mercados estrangeiros de fato com comida americana que tira os fazendeiros locais de negócio ajuda a África melhor. Uma estratégia melhor seria usar ajude dinheiro para comprar comida de fazendeiros dentro do país, e então distribua aquela comida aos cidadãos locais em necessidade. 

Então há o assunto de "doença holandesa", um termo que descreve como influxos grandes de dinheiro podem exterminar o setor de exportação de um país, indo de carro casa estima e fazendo os bens deles/delas assim muito caro para exportação. Ajuda tem o mesmo efeito. Sortes inesperadas de ajuda dólar-denominadas grandes que envolvem economias em desenvolvimento frágeis fazem a moeda corrente doméstica fortalecer contra moedas correntes estrangeiras. Isto é catastrófico para trabalhos no país pobre onde os sustentos de pessoas dependem de ser relativamente competitivo no mercado global. 

Para lutar inflação ajudar-induzida, países têm que emitir laços para saturar para cima o excesso subseqüente de dinheiro que submerge a economia. Em 2005, por exemplo, Uganda foi forçada a emitir tal une para enxugar liquidez de excesso à melodia de $700 milhões. Os pagamentos de interesse só nisto era uns cambaleando $110 milhões, ser pagado anualmente. 

O estigma associado com países que confiam em ajuda também não deveria ser subestimado ou deveria ser ignorado. É o investidor raro que quer arriscar dinheiro em um país que não pode se levantar em seus próprios pés e administrar seus próprios negócios de um modo sustentável. 

África permanece o continente mais instável no mundo, atacado por discussão civil e guerra. Desde 1996, foram enredados 11 países em guerras civis. De acordo com a Estocolmo Instituto de Pesquisa de Paz Internacional, nos anos noventa, a África teve mais guerras que o resto do mundo combinadas. Embora meu país, Zâmbia, não teve a experiência infeliz de uma guerra civil sincera, enquanto me crescendo experimentaram primeiro-mão o desconforto de viver debaixo de toque de recolher (onde todo o mundo teve que estar nas casas deles/delas entre 6 da tarde e 6 da manhã que significaram corrida de trabalho e escola) e enfrentou o medo dos resultados incertos de um golpe súbito tentado em 1991--tristemente, não experimenta incomum a muitos africanos. 

Estrondos civis estão freqüentemente incentivados pelo conhecimento que agarrando o assento de poder, o vencedor ganha virtualmente acesso de unfettered ao pacote de ajuda que vem com isto. Nos últimos meses só, esteve três motins políticos pelo menos do outro lado do continente, na Mauritânia, Guiné e Guiné Bissau (cada dos quais permanece confiante em assistência estrangeira). o governo de Madagáscar há pouco foi subvertido em um golpe súbito esta última semana. A volatilidade política contínua pelos saques continentes como uma lembrança que ajudar-financiou esforços para força-alimentar democracia a economias que enfrentam pobreza já-crescente e prospectos econômicos difíceis permanece, melhor, precariously vulnerável. Sucesso político a longo prazo só pode ser alcançado uma vez uma trajetória econômica sólida foi estabelecida. 

"Os anos setenta era um tempo excitante para ser africano. Muitas de nossas nações tinham alcançado há pouco independência, e com isso um senso fundo de dignidade, amor-próprio e esperança veio para o futuro". Leia um excerto de Ajuda Morta": Por que Ajuda não Está trabalhando e Como Há um Modo Melhor para a África" 

Proponentes de ajuda são rápidos discutir que os $13 bilhões ($100 bilhões na condição de hoje) ajude da Guerra de poste-mundo II Marshall Plan ajudado retire uma Europa quebrada da beira de um abismo econômico, e aquela ajuda poderia trabalhar, e trabalharia, se a África tivesse um ambiente de política bom. 

A ajuda defende saia em cima do ponto que o Marshall intervenções de Plano eram curtas, afiadas e finitas, distintas os compromissos em aberto que saturam os governos com um senso de entitlement em lugar de inovação encorajadora. E ajuda os partidários passam pequeno tempo que endereça o mistério de por que um país buscaria ajuda em bom estado de funcionamento em lugar de outras, melhores formas de financiar. Nenhum país alguma vez alcançou sucesso econômico dependendo de ajuda ao grau que muitos países africanos fazem. 

As notícias boas são que trabalhos nós sabemos; o que entrega crescimento e reduz pobreza. Nós sabemos que economias que confiam em compromissos em aberto de ajuda quase universalmente falta, e esses que não dependem de ajuda têm sucesso. O posterior é verdade para países economicamente prósperos como a China e Índia, e até mais íntimo a casa, na África do Sul e Botsuana. A estratégia deles/delas de finanças de desenvolvimento enfatiza o papel importante de comercialidade e mercados em cima de um ajudar-sistema calmo de desenvolvimento que ora mão-exteriores. 

Países africanos poderiam começar emitindo laços para elevar dinheiro. Para estar seguro, os mercados importantes tradicionais do EUA e Europa permanecem desafiando. Porém, países africanos poderiam explorar oportunidades para elevar capital em mercados mais non-tradicionais como o Oriente Médio e China (de quem reservas de câmbio exterior são mais que $4 trilhões). Além disso, o malaise de mercado atual provê uma abertura para países de africano focalizarem em adquirir avaliações de crédito (uma condição prévia para acessar os mercados de laço), e se preparando durante o tempo quando o retorno de mercados importante para alguma semelhança de estado normal. 

Governos precisam atrair investimento direto mais estrangeiro criando estruturas de imposto atraentes e reduzindo a formalidade burocrática e regulamentos complexos para negócios. Nações africanas também deveriam focalizar em comércio crescente; China é um sócia promissora. E países Ocidentais podem ajudar cortando o ciclo de dar algo para nada. Está na hora de uma mudança. 

Dambisa Moyo, economista anterior a Goldman Sachs, é o autor de Ajuda Morta": Por que Ajuda não Está trabalhando e Como Há um Modo Melhor para a África." 

Correções & Amplificações 

Nas nações africanas de Burquina Faso, Ruanda, Somália, Mali, Chade, Mauritânia e Leone de Sierra de 1970 a 2002, em cima de 70% de gastos públicos totais veio de assistência estrangeira, de acordo com figuras do Banco Mundial. Esta composição em assistência estrangeira para a África disse incorretamente que 70% de gastos públicos ao longo da África vêm de assistência estrangeira. 

Dambisa Moyo 

autor de Ajuda Morta: Por que Ajuda não Está trabalhando e Como há um Modo Melhor para a África 

Ajude Ironias: Uma Resposta para Jeffrey Sachs 

More:Africa erudito, Ajude Ironias: uma Resposta Para Jeffrey Sachs, Ajude Para África, Dambisa Moyo, Dambisa Moyo E Huffington Post, Ajuda Morta, Jeffrey Sachs, Moyo, Paul Kagame, Notícias Mundiais, 

 

À frente da publicação de meu livro Ajuda Morta, um amigo de autor meu me acautelou sobre responder a oponentes que acharam isto necessário colorir a crítica deles/delas com ataques pessoais. Isto, ele discutiu, é um experimentado e testou modo de lado-pisar os assuntos e prover uma tela de fumaça quando enfrentou com um argumento válido.  

Jeffrey Sachs está postando tarde é há pouco o mais recente exemplo de usar esta tática a obfuscate os fatos e evita focalizar os assuntos fundamentais relativo ao fracasso de manifesto de ajuda para entregar em sua promessa de crescimento gerador e pobreza aliviando na África.  

E entretanto eu estou respondendo aqui em ordem refutar os argumentos dele, como um economista da mesma categoria, eu pretendo confiar em lógica e comprovar para fazer para meu argumento e para espetáculo Sr. Sachs a cortesia profissional que ele não tem mostrado a mim.  

Desenvolvimento não é aquele duro. Nós temos mais de 300 anos de evidência do que trabalha agora (e o que não faz) em crescimento crescente, aliviando pobreza e sofrendo. Por exemplo, nós sabemos que países que financiam desenvolvimento e criam trabalhos por comércio e encorajando estrangeiro (e doméstico) investimento prospera.  

Nós também sabemos que há nenhum rural--em qualquer lugar no mundo--isso tem meaningfully reduzido pobreza e esporeou níveis significantes e sustentáveis de crescimento econômico confiando em ajuda. Se qualquer coisa, história mostrou para nós que encorajando corrupção, criando dependência, abastecendo inflação, criando dívida carrega e africanos de disenfranchising (nomear alguns), uma estratégia ajudar-baseada fere mais que ajuda.  

É verdade que intervenções como o Marshall planejam na Europa e a Revolução Verde na Índia fez papéis vitais dentro econômico (re)construction. Porém, a chave e (freqüentemente ignorou) diferença entre tais intervenções de ajuda e esses infestando a África hoje é que o anterior era curto, afiado e finito, considerando que o posterior é compromissos em aberto sem fim em visão. O problema com um sistema em aberto é, claro que, aqueles governos de africano têm nenhum incentivo para procurar outro, melhor, modos de financiar o desenvolvimento deles/delas.  

Mr Sachs sabe isto; como eu sei? Ele me ensinou enquanto eu estava estudando em Harvard durante a qual ele propôs a visão que o caminho para desenvolvimento a longo prazo só seria alcançado por envolvimento de setor privado e soluções de mercado livre.  

Talvez o que eu não tinha respigado naquele momento era que a aproximação de desenvolvimento de Sr. Sachs foi feita para países como a Rússia, Polônia e Bolívia, considerando que a ajuda - aproximação de dependência, sem criação de trabalho acompanhante, estava reservada para a África.  

Sr. Sachs escolhe ignorar que confiando em ajuda de cada vez quando os Estados Unidos estiverem estando em frente de 10 taxa de desemprego de por cento e Alemanha (outro doador principal) poderia contrair por até 6 por cento, é uma estratégia forte tola. As intervenções de ajuda que Sr. Sachs louva como evidência de sucesso somente são soluções de ajuda de faixa que não fazem nada que erguer a África fora do lodo--deixando o continente vivo mas meio afogamento, ainda incapaz escalar fora em seu próprio.  

Sim uma bolsa de estudos ajudar-fundada enviará uma menina a escola, mas nós devemos não nos iludir que tal presente fará o país dela cresça às taxas de crescimento requeridas a meaningfully ponha um entalhe em pobreza. Nenhuma surpresa, então, aquela África é em geral pior fora hoje que era 40 anos atrás. Por exemplo no 1970 menos que 10 por cento da população de África viveram em pobreza medonha--hoje em cima de 70 por cento de África substituto-saariana se mantém em menos que US$2 um dia.  

Há um ponto mais fundamental--que tipo de sociedade africana estamos construindo nós quando virtualmente todos bens públicos--educação, cuidado médico, infra-estrutura e segurança plana--é liquidado para por contribuintes Ocidentais? Debaixo do tudo cercando sistema de ajuda muitos lugares na África continuam tropeçando debaixo de regimes ineptos, corruptos e despóticos que gastam o cortejo de tempo deles/delas e suprindo às demandas do exército de organizações de ajuda.  

Como em todos lugares outro, os africanos têm a liderança política pela que nós pagamos. Graças a ajuda, um número infeliz de líderes africanos se preocupa pouco com o que os cidadãos deles/delas querem ou precisam--afinal de contas é o contrário do chá-festa de Boston--nenhuma representação sem tributação. 

Em conclusão me deixe responder a quatro dos pontos específicos de Sr. Sachs:  

1) relativo a Ruanda: É absolutamente verdade que Ruanda depende de quantias significativas de assistência estrangeira. O ponto é aquele Presidente Paul Kagame está trabalhando para desmamar o município dele fora de dependência de ajuda incansavelmente (que é precisamente a aproximação a encerrar ajuda para a que eu tenho discutido). focalizar no ponto que Ruanda confia em ajuda é não entender o essencial mais interessante: Aqui em um país onde em cima de 70 por cento do orçamento de governo é ajuda apoiado, a liderança está empurrando para menos, não mais ajuda--o que é Sr. Sachs que Presidente Kagame vê que você não vê? Enfrentemos, a liderança poderia nos culpa-tropeçar tudo em dar isto até mesmo mais ajuda depois que a comunidade internacional virasse sua parte de trás no país em seu momento de necessidade durante o 1994 genocídio, contudo não faz. 

2) Sr. Sachs reivindicações das que eu, ao lado do Bill Easterly compassivo, amontôo todos os tipos [ajude] programas em uma massa de undifferentiated. Eu apontaria Sr. Sachs a página 7 de meu livro que explicitamente faz uma delineação entre tipos diferentes de ajuda. 

3) relativo aos exemplos "incontáveis" nos quais países beneficiaram então de ajuda se formados: Aqui eu apontaria Sr. Sachs a página 37 de meu livro para uma discussão destes países; A diferença novamente com estes histórias de sucesso são que eles não confiaram em ajuda ao grau e comprimento que países africanos fazem hoje. Além disso, eles adotaram muito depressa o mercado-baseado, trabalho-criando estratégias esboçadas em meu livro para o qual Sr. Sachs parece ter uma aversão aparente, em favour do status quo.  

4) finalmente, com respeito à observação de Sr. Sachs que eu não veria nada errado com negar US$10 em ajuda para uma criança africana para uma rede de cama de anti-malarial--me etiquetando até mesmo como cruel; Eu digo, se trabalhando para uma solução sustentável onde os africanos podem fazer para os próprios cama-rede de anti-malária deles/delas (criando trabalhos assim para os africanos e uma real chance por continentes prospectos econômicos) em lugar de encorajar tudo e vário esvaziar redes de malária pelo continente (o qual incidentemente, tire os africanos de negócio), então eu sou culpado como carregado. Não esqueça que o em cima de 60 por cento de africanos que não estão debaixo da idade de 24 trabalhos de necessidade condolência. 

Eu urjo para Sr. Sachs que atenda a as palavras do chefe anterior dele como um argumento final, Sr. Kofi Annan quando ele diz "A determinação de africanos, e sociedade genuína entre a África e o resto do mundo, é a base para crescimento e desenvolvimento." 

MC VIRUS · 801 vistos · 0 comentários
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07 Nov 2012
ANGOLA É UM PAÍS PARTICULARIZADO, DOS QUAIS TPA, RÁDIO E JORNAL DE ANGOLA TUDO ISSO NÃO É PÚBLICO VISTO QUE EM ANGOLA NÃO HÁ LEI A LEI É PARA POBRES.
MC VIRUS · 240 vistos · 0 comentários
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20 Set 2012


ANGOLA É UM PAÍS BONITO NO MAPA MAS NA REALIDADE É UM PAÍS DE MUITA CORRUPÇÃO, EM ANGOLA A RIQUEZA É PARA OS MEMBROS DO MPLA, OS JOVENS ESTÃO FUSTRADOS, NÃO HÁ EMPREGOS PARA ANGOLANO, MAS HÁ PARA EXTRANGEIROS PRINCIPALMENTE OS BRANCOS, OS EMPREGOS PARTICULARE QUE HÁ É DOS CHINESES E QUE ESSES MESMOS CHINESES ESCRAVIZAM OS JOVENS ANGOLANOS, E OS QUE MAIS TRABALHAM COM ELES SÃO JOVENS ANALFABETOS VINDOS DAS ZONAS RURAIS LÁ NAS MATAS DE ANGOLA E GANHAM 100 USD POR MÊS EQUIVALENTE À 10.000,00 KZ. E AAIORIA CONSOMEM DROGAS POR CAUSA DA FRUSTRAÇÃO, ANGOLA É UM PAÍS PARA QUEM É FILHO DE PAPAI E MAMÃE, OS FILHOS DO ANTIGOS COMBATENDES METERAM-SE NA DELINQUÊNCIA POR FALTA DE EMPREGO, DINHEIRO PARA O SUSTENTO DOS ESTUDOS, IMPOSSIBILIDADE DE INGRESSAR A FACULDADE, VISTO QUE QUEM TEM ENSINO MÉDIO NÃO TEM PESO E GANHA MUITO MAL, O SALÁRIO DE UM TÉCNICO MÉDIO NÃO DÁ PARA PAGAR FACULDADE PRIVADA E EM ANGOLA HÁ MAIS UNIVERSIDADES PRIVADAS DO QUE PÚBLICAS.

MC VIRUS · 355 vistos · 0 comentários
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18 Jul 2012


A POPULAÇÃO ANGOLANA É MUITO BURRO, SEMPRE QUE HÁ ELEIÇÕES MENTEM OS SOBAS, OS ANALFABETOS, A POPULAÇÃO DAS ZONAS RURAIS, É SÓ PARA DIZER QUE OS LIDERES ANGOLANOS NÃO TÊM AMOR AO PROXIMO, EU VOLTO A FRIZAR A SERCA DO BUE: ABREM OS OLHOS MANOS TUDO QUE VIMOS NA TPA E NA RÁDIO É TUDO MENTIRA, É TUDO FICÇÃO, AQUELES QUE ESTÃO A VER NA TPA QUE DIZEM CONSEQUIRAM O MICROCRÉDITO BUE SÃO FILHO (A) DE PAPAI E MAMÃE OU SIMPLESMENTE FAMILIARES DE ALGUEM QUE É FUNCIONÁRIO DO BPC OU DO PRÓPRIO BUE. ABRE O OLHO MUNDO, POR FAVOR AMÉRICA FAZ FAVOR DE VIR DERRUBAR ESSE GOVERNO CORRUPTO, MATEM O JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS. MUITA MENTIRA POR AQUI PARA MOSTRAR AO MUNDO QUE ANGOLA É UM BOM PAÍS, VENHAM VER A REALIDADE O ANGOLANO NA PORTA DE QUARDA E O ESTRANGEIRO COM TODOS OS DIREITOS E BENS, COMEM BEM, VIVEM BEM E O PRÓPRIO ANGOLANO ESTÁ COMER NO CONTENTOR DE LIXO.  

MC VIRUS · 298 vistos · 0 comentários
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12 Jul 2012
É SÓ PARA DIZER QUE ANGOLA NÃO É UM BOM PAÍS COMO SE VÊ FORA, AS NOTÍCIAS NA TPA E RNA É TUDO MENTIRA, DO JEITO QUE VIMOS AS PUBLICIDADES NA TPA SOBRE DESENVOLVIMENTO E COMBATE A POBREZA É TUDO FAIXADA. EU POR EXEMPLO FUI COM TODOS OS DOCUMENTOS CMPLETOS E ORIGINAIS NO MICROCRÉDITO BUE CRIADO POR EXUCUTIVO MENTIROSO E REJEITARA-ME POR NÃO SER MORADOR DO MUNICIPIO EM EU FUI FAZER O PEDIDO. E MUITO SINCERAMENTE HÁ MUITA MENTIRA SÓ ESTÁ CONSEGUIR QUE TEM FAMÍLIA NO MPLA OU NOS TRABALHADORES DO MESMO BUE. ESSE É UM PAÍS MAL DE SE VIVER SÓ TEM DIREITO QUEM É DO MPLA. EU VIVO NA CASA DE ALUGUER E NÃO CONSIGO UM ESPAÇO PARA TER MORADIA. AS MORADIAS QUE FAZEM PARA A JUVENTUDE É MENTIRA.
MC VIRUS · 478 vistos · 1 comentário
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12 Jul 2012

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